“A aprendizagem é um processo (…)”

 

 

Há sempre muito mais a fazer do que se faz. Mas o importante é ir fazendo. Foi o que fizémos. Não querendo abusar do verbo Fazer, fizémos mesmo, com a consciência de que é pouco, mas é alguma coisa, como cada uma destas azeitonas lascadas à mão.

 

 

A aprendizagem é um processo, o uso das tecnologias pelas comunidades mais isoladas e mais idosas é um processo demorado.

 

 

As falhas de rede, às vezes, falham mais do que as intenções, que são reais e generosas.
O custo desajustado dos equipamentos e as salas comunitárias para uso periódico de computadores, a formação e uso da internet, foram algumas das dificuldades que mais notámos.

 

 

Mas também sentimos junto das pessoas que há uma carência de informação relativamente ao uso útil da tecnologia, que não retira a natureza virgem e boa das coisas, mas que lhes acrescenta partilha e saber.

 

 

Uma simples video chamada, a consulta da meteorologia em tempo real, o uso de chamadas gratuitas para comunicação em locais, a gravação de contactos com imagem associada, os diferentes toques para quem está ocupado a trabalhar no campo e quer discernir entre os contactos recebidos. Enfim, são muitos os exemplos.

 

 

Pegamos no gang e entre conversas, risos, “minhas filhas”, “minhas queridas” entornamos aquilo que sabíamos no colo de quem nos aceitou receber. Imagino que a mudança comece assim, num ambiente de entrega, em que aquilo que damos do que sabemos, não chega para retribuir todas as azeitonas que já comemos.

 

 

Queremos dar continuidade ao Projeto INCoDe.2030 levá-lo mais longe, prolongá-lo no tempo, na experiência e na partilha. Para que um dia, o Fazer acontecer seja o princípio feliz de uma história sobre o já acontecido.

#Incode2030 #gangdopépreto #inclusaodigital

 

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