| ONDE É | Costa Vicentina

| O QUE É | Região costeira, ao longo da rota Vicentina, onde por trás de cada arriba, se desvenda uma praia de tirar o fôlego. 

| QUANDO IR | Entre maio e final de outubro.

| ONDE FICAR | Na vila: Casa dos Amigos, Casetta Aljezur; Casas Calma. Nas redondezas: The Lemon Lodge (camping); Beco da Liberdade (Arrifana); Utopia Guest House; Palmas Lodge – Retreat Center (Vale Figueiras).

| O QUE FAZER | Acordar com uma caminhada pelo trilho da Rota Vicentina; agarrar na prancha e ir surfar; ficar na praia até o sol-posto; finalizar o dia com uma petiscada e começar a noite com uma jantarada.

| O QUE LEVAR | Fato de banho, fato de surf e pouco mais. Sapatos dispensam-se;

 

” (…) selvagem por natureza, Aljezur desafia a regra que diz que a beleza vem do interior. No seu caso vem do mar, e segue pela linha da costa.”

 

 

         Qualquer navegador que dê à costa nesta terra de nome Vicentina, pode dar a viagem por terminada e afirmar que foi um sucesso.

         Resguardada entre os montes que a separam do mar, está a vila de Aljezur. A sua antiga origem árabe ficou marcada nas muralhas do pequeno castelo que a protege do alto da colina, e a traça algarvia permanece ainda acentuada no sotaque servido ao balcão, lá no café do largo.

         Mas, sendo selvagem por natureza, Aljezur desafia a regra que diz que a beleza vem do interior. No seu caso, vem do mar, e segue pela linha da costa. O fôlego suspende-se quando se abeira do limite das escarpas insinuadas no litoral agreste. O cabelo revira-se ao vento e os pelos do braço eriçam-se de surpresa.

         É nas praias onde se esconde o tesouro deste lugar. No baú está um amontoado de dias cheios. Dentro dele estão pores-do-sol tão avermelhados que até queimam os olhos; está peixe grelhado com sabor a ondas da Arrifana; está a terra batida colada ao capôt do carro e as pranchas presas ao tejadilho a caminho de Vale Figueiras; estão miúdos soltos na maré baixa da Amoreira e marmitas arrumadas em tupperweres às cores; estão jantares arrastados sem medo das horas para deitar e os sonhos caídos redondos na cama, a magicar surfar mais ondas inesquecíveis, no dia seguinte.

         É assim que se está em Aljezur: descalço no supermercado e despido de preocupações. Não há grandes luxos concessionados, e a ideia é mesmo não precisar de mais que um guarda-sol para fazer sombra à lancheira.

         Aqui, é tudo simples: As pessoas, as logísticas, os lugares e as exigências. É mesmo a natureza deste lugar: Árida, terrena, fluída e plena. E, por muito que os tempos já não sejam os mesmos de antigamente, e Aljezur também não, a essência está lá. E essa, está tão bem guardada nesse baú de tesouros sem fim, que, mesmo que o abram e desvendem, não há quem o leve nem quem o roube.

 

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| OBRIGATÓRIO PÔR O PÉ |

  • Comes & Bebes: Na Vila: III Geração; Pont’a Pé; Várzea. Arredores: O Sargo (Praia do Monte Clérigo); O Zé (Praia do Monte Clérigo); Restaurante da Praia (Arrifana); Arte Bianca (na vila ou no Vale da Telha); Shabouco (Vale Figueiras)
  • Praias: Vale Figueiras, Arrifana (Surf), Monte Clérigo, Amoreira, Canal, Vale dos Homens e Carriagem;
  • Outros afazeres: Percurso Pedestre da Rota Vicentina Amoreira – Arrifana; ver o Pôr do Sol no Ribat da Arrifana; acampar na praia.

 

| CONTACTOS |

Casa dos Amigos: Tel. +351 965 034 197; Instagram 

Casas Calma: Tel.  +351 912 554 710; Instagram

Casetta Aljezur: Tel. +351 961 036 938; Instagram

The Lemon Lodge: Website; Instagram

Beco da Liberdade: Website; Instagram

Utopia Guest House: Website; Instagram

Palmas Lodge – Retreat Center: Website

Impacto Emocional

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Impacto Cultural

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Dimensão Familiar

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Paisagens do Caraças

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Comer de Chorar por Mais

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E Isto Custa

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Mínimo Noites:

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Nome do Local: Aljezur

 

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