O GANG Somos 4 Miúdas e 8 Pés Pretos.

ISABEL

A mãe das filhas

CAETANA

A macaquinha

CAMILA

O mogli

MARTA

O furacão

  • Isabel Saldanha, eu, a Mãe.
  • Caetana, 12 anos, a filha mais velha (A Macaquinha)
  • Camila, 8 anos, a filha mais nova (O Mogli)
  • Marta, o nosso Furacão

 

Eu sou fotógrafa e escritora. Ainda mais fotógrafa que escritora, mas a dar à tecla todos os dias para inverter a ordem das palavras e pôr os sonhos alinhados por prioridades.
Nas semanas que me correspondem como progenitora ativa gosto de passear. Aliás, nas que precedem e nas que antecedem, pegar no mapa e escolher sítios para visitar. Mas o que me move na escolha, não é apenas a beleza do sítio, é a experiência humana. Vamos as 4: daí o nome do Gang.

Gostamos da metáfora do pé descalço, porque permite sentir os sítios de alma aberta, sem filtros ou intermediários.

Buscamos as pessoas e os locais que potenciem cúmulos de humanidade.

Gostamos de coisas simples, pedaços de terra onde não nos sentimos turistas, onde nos sentimos em casa, onde desejamos ter casa e onde sujamos o pé, como prova tatuada do nosso gozo e gratidão.

O que é que nos propomos fazer, que não façamos já?

Nada de novo. Continuaremos a passear como fazemos mas vamos partilhar com vocês, os locais, as casas, os recantos e as pessoas que fazem de cada passeio, uma experiência com uma identidade única. E somos 4 cabeças independentes, com idades variadas e com tamanhos de pés diferentes. Recolhemos o testemunho de cada uma de nós, para que

Aproveitamos a classificação commumente conhecida das 5 Estrelas mas trocamos as estrelas por pés. E não, não pretendemos avaliar os mesmos pressupostos que levam um hotel ao escalão máximo. Interessa nos mais o sorriso aberto que o piso radiante. A lagoa ao lado da casa que a piscina aquecida do rés do chão.

O cozido entregue em cesto de vima ao welcome drink da recepção.

Isso não invalida que não frequentemos, pernoitemos ou coloquemos os pés em unidades de luxo, até no topo do Ritz se pode sujar o pé. A metáfora do Pé preto tem mais a ver com a forma como nos damos aos sítios onde vamos.

Valorizamos a experiência emocional à material, mas se as duas vierem no mesmo pacote: 5 pés.

Quem é que não se lembra de ser criança e chegar a casa feliz com os pés pretos?

O que é que avaliamos verdadeiramente nos locais que visitamos e nos caminhos que percorremos:

  • Impacto emocional ( A dimensão humana da experiência, o nível de disponibilidade e generosidade de quem acolhe, os contadores e as contadoras de histórias, as personagens imperdíveis, os seres humanos que se inscrevem em nós)
  • Impacto cultural (Museus, percursos, segredos, povoações, aldeias históricas, ermidas e igrejas, vias sacras de boa cultura)
  • Dimensão Familiar (se o espaço acolhe a pluridisciplinaridade de carácter e idades, das birras da criança com sono à birra da mãe que quer o saca rolhas, se não complicam, nem implicam com a dimensão do agregado)
  • Paisagens do caraças (A riqueza do cenário, sítios lindos para desfrutar e contemplar)
  • Comer e chorar por mais (O Gang é eclético: amantes de Nutella, rainhas do porco preto, devoradoras de brócolos, gomas e postas de pescada)
  • E isto custa (O valor monetário das experiências, gostamos ter aventuras para todos os bolsos, embora o nosso tecto de luxo seja o luxo de um céu estrelado)

Quanto mais pretos os pés, melhor a aventura, porque nós acreditamos mesmo, que um pé sujo é a marca máxima de uma alma cheia.

CÓDIGO DE ÉTICA:
Todos os locais e destinos aqui mencionados foram escolhidos e vividos por nós.
O Gang não faz publicidade gratuita. Promove destinos que promovem emoções.
Aceitamos de bom agrado sugestões. Estamos abertos a parcerias, mas só falaremos do destino se o destino nos falar à alma.
Esse é um compromisso que temos, sujamos os pés, as vezes que for preciso, mas não estamos dispostas a sujar a alma.
Este projecto é subsidiado pelo gang (até ver).