” (…) Aqui o tempo sente-se, porque não há nada à volta que nos distraia de o viver. “

 

 

| O QUE É | Turismo Rural/Habitação: Casas p/ 2 até 6 pessoas (Casas da estação e Casas da Murta)

| ONDE É | Largo da Alfandega, nº3, 7330-017 Marvão.

| QUANTO É | Desde 55 a 95€/ noite em época baixa e 65 a 105€/noite em época alta.

| CONTACTOS | 918998808 / casasdaestacao@gmail.com

 

 

Conheço muita gente que não repete livros, nem destinos, porque argumenta que o Mundo é demasiado grande para nos repetirmos, quando ainda há tanto para descobrir. Até certo ponto, concordo. Mas é uma delícia permanecer, e uma delicia ainda maior regressar, aos sítios onde já fomos felizes, com propriedade sobre o conhecido.

Marvão e Castelo de Vide serão sempre sítios, onde a ideia do regresso, traz a enorme sensação dos grandes começos. Por isso, regressámos, mas desta vez, ficámos numa das casas das chamadas “Casas da Estação”.

 

 

A propriedade tem vários tipos de alojamentos: Uns (Casas da Estação), estão localizadas junto ao Largo da Estação da Beirã, construída no século XIX pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses e descativada em 2012; os outros alojamentos – As Casas da Murta – ficam a uns quilómetros de distância, no Parque Natural de São Mamede, um vale encantado, onde os sobreiros, o capim dourado e as ovelhas, pontuam. Foi aí que ficámos instaladas.

As Casas da Murta são duas: a Murta Grande e a Murta Pequena. Não há a meio-termo, mas, em qualquer uma, cabe uma família média, muito bem acomodada.

 

 

O sítio é um sonho. Na verdade, qualquer estadia é curta, e aqui o tempo sente-se, porque não há nada à volta que nos distraia de o viver. E “benza a Deus” que assim seja, é da maneira que se descansa do excesso de tudo.

 

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O Gang ficou à francesa na Murta Grande, uma “senhora casa”, mais que bem equipada: 3 quartos, 4 casas de banho, uma cozinha sem nada a apontar, uma varanda sobre o planalto, um jardim enorme, e uma “piscina” considerável. Aqui, o Gang pôde andar à solta. Não passava vivalma à porta, éramos só nós e o sossego.

 

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Para além de nos saborearmos umas às outras, também disfrutámos umas belas refeições caseiras, servidas na mesa lá fora. Com um supermercado em Castelo de Vide, a 10 minutos de carro, abastecemo-nos de tudo e mais alguma coisa.

De barriga cheia, fizemo-nos à estrada. Para um lado, os castelos, as muralhas e as vilas a não perder. Qualquer descrição é impossível. Para o outro, a 10Km de distância, demos por nós em terras Espanholas. Em contagem decrescente para atravessar a fronteira, saltámos para trás e para a frente no fuso horário, na esperança de que, se fugíssemos depressa, o próprio tempo não tivesse tempo de passar, e, assim, nos deixássemos ficar por ali, até um sempre.

 

 

Depois das tapas comidas à mão, numa esplanada pacata, e uma recarga no presunto e queijo da melhor espécie, voltámos ao nosso abrigo.

Ao ver o sol cair da varanda, brindámos à bela vista que se estendia para lá do horizonte. Uma paisagem tão rica de nada, que, por alguma razão, conseguia ser cheia de tudo.

 

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Saber mais em: https://www.casasdaestacao.com/

Avaliação

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Impacto Cultural

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Dimensão Familiar

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Paisagens do Caraças

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Comer de Chorar por Mais

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E Isto Custa

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Mínimo Noites:

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