” Sem alavanca, atiramo-nos à descoberta da vida selvagem.”

 

A cidade de Joanesburgo foi edificada  sobre a maior reserva natural de ouro do mundo. É uma das metrópoles mais visitadas do continente africano e tem oferta que chegue para desgovernar um bom par de pés. Desde museus, natureza, parques de diversões e até o local onde nasceu a humanidade, não vão faltar programas para tornar esta viagem, a viagem.

Comece pelos locais que dão a conhecer um dos episódios mais marcantes da história da humanidade – o Apartheid. Passeie pelo distrito de Soweto e visite os Museus do Apartheid, de Nelson Mandela e de Hector Pieterson para aprender mais sobre este período da história sul-africana. De seguida, passeie pelo distrito de Alexandra, pela praça Mary Fitzgerald e atravesse a ponte Nelson Mandela. Suba ao topo do Carlton Centre onde poderá tirar fantásticas fotografias panorâmicas da cidade e impressione-se na Galeria de Arte de Joanesburgo.

Para os amantes de natureza também não faltam opções: o famoso Parque Nacional Kruger, onde poderá fazer um safari e observar alguns dos maiores mamíferos terrestres, o Lion Park, os Jardins Botânicos e o Berço da Humanidade. É aqui que está localizada a Caverna Sterkfontein, onde foram descobertos os fósseis de Mrs. Ples e Little Foot, considerados os vestígios mais antigos dos nossos antepassados – o australopithecus africanus!

Para um dia mais animado visite o Gold Reef City, um parque de diversões gigantes com atrações para toda a família e à noite divirta-se nos muitos bares e restaurantes do distrito de Newtown. Se ainda lhe sobrar tempo, faça um desvio até aos arredores da cidade e visite Pretória, onde também tem ao pé de semear, uma mão cheia de aventuras boas.

Ir até Joanesburgo foi, para nós, uma viagem ao centro da saudade. Não foi um destino escolhido entre muitos. Partimos com o objectivo claro e emocional:  Visitar o pai emigrado.
Percorremos 20 horas de viagem, dois voos, uma escala, para abraçar com força o pai. Sem alavanca, atiramo-nos à descoberta da vida selvagem.

Não foi uma viagem virada para as pessoas, foi um reencontro de família, somado a uma experiência tão rica quanto possível, no contacto aproximado aos animais, dentro do seu habitat natural.

A parada era de uma emoção fácil, junto com a mãe e com o pai tocaram em elefantes, macacos e crias de leão. As miúdas viram crocodilos, pássaros e perceberam a dimensão de uma terra. Pasmaram-se com a história do Apartheid, perceberam nos contornos da cidade protegida de Santon a realidade camuflada de tudo o que ainda há por fazer.

Abraçaram-se o pai para apaziguar a despedida e perceberam que o meio selvagem consegue ser por vezes mais arrumado que o mundo dos seres crescidos.

 

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Obrigatório por o Pé:

  • Museu do Apartheid: Um murro no estômago que atira para a galáxia qualquer principio xenôfobo
  • Lion Park: A visita é polémica, mas as crianças deliram com as crias de leão e o safari de janela fechada promete uma adrenalina do caraças.
  • Neighbourgoods Market: Não deixe de reservar um tempinho para visitar o Neighbourgoods Market. A feirinha que acontece todos os sábados, das 9h às 15h faz parte de um projeto de revitalização do centro da cidade
  • Jardim Botânico: 125 hectares de jardins, lagos e caminhadas

Avaliação

Impacto Emocional

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Impacto Cultural

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Dimensão Familiar

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Paisagens do Caraças

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Comer de Chorar por Mais

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E Isto Custa

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